19 maio 2011
05 maio 2011
Contra a Física e a Sociedade.
Não posso negar mais. Estou realmente apaixonado. Não de perder a cabeça e achar que será a última pessoa que amarei na vida, mas um sentimento bom.
Não sei, de certa forma, eu sabia que isso iria acontecer. Não é destino, apenas um fato dos tempos.
Quando você acorda e dorme pensando em uma pessoa é como se você vivesse melhor. Uma razão.
Não que eu precise de uma. Possuo um ego de tamanho indefinido que por si só já me bastaria, mas este parece ser um capricho do meu coração: Amar sem precisar.Talvez soe mais despretensioso, talvez seja menos bonito aos olhos e nas palavras, mas é real. Completamente real.
Esse amor não me faz chorar, não me faz ficar mal. Só sorrir. Acreditar que um dia, dessa semente pequena, possa nascer uma bela árvore. E nasçam frutos.
Tudo que rodeia o mundo é exagerado demais: seja ódio em excesso ou um amor sufocante. Não. Isso não acontece comigo. Tudo que sinto é baseado em convivência, afeto e admiração. Não em um mero sentimento, que tanto pode trazer um sorriso ao rosto como uma lágrima no mesmo.
Isso pode ser explicado pelo simples fato que eu sou feliz independente dele. Não sou dependente deste amor que há dentro de mim, ele é apenas um bônus.
Não estou e nem vou ficar triste, mas sei que posso ser mais feliz.
Não vou chorar e cortar meus pulsos se isso não acontecer, sou forte, sou "auto-suficiente" na medida do possível.
Quantas vezes já levei um tapa e já levantei? Quantas vezes isso aconteceria se eu estivesse acima de qualquer mão que possa se levantar contra mim?
Eu estou amando do jeito mais bonito e simples da palavra. Estou feliz, da maneira mais fácil e prazerosa.
A única questão é: A física não ajuda e a sociedade diz que não é certo. Mas não me importo. Nunca fui de cumprir regras.
04 maio 2011
Irreal/Real.
"A saudade e a sensação de vazio e, primeiramente, de incredulidade fazia com que todos se lembrassem dos seus familiares e amigos que partiram. Todos os dias. Todo o tempo.
Nathaly sabia exatamente aquilo que mais a faria sofrer: ficar alternando entre a sensação de “isso não é real” e a sensação de “ele realmente se foi". [...] Agora essa mudança constante e inconstante de sentimentos voltaria, fazendo com que criasse falsas esperanças pensando que seu pai iria voltar e em outras ocasiões fazendo com que chorasse feito uma criança. Era uma criança. Ao menos por dentro." (Gangrena - Leonardo Capeletti).
Nathaly sabia exatamente aquilo que mais a faria sofrer: ficar alternando entre a sensação de “isso não é real” e a sensação de “ele realmente se foi". [...] Agora essa mudança constante e inconstante de sentimentos voltaria, fazendo com que criasse falsas esperanças pensando que seu pai iria voltar e em outras ocasiões fazendo com que chorasse feito uma criança. Era uma criança. Ao menos por dentro." (Gangrena - Leonardo Capeletti).
Nathaly é apenas um nome. Esse sou eu. Tento lutar, tento fugir, mas não posso. Nem sei se devo.
Só sei que meu peito doi só de pensar.
Saber que ele nunca irá voltar.
19 março 2011
As 10 Maravilhas do Mundo:
1. Berinjela
2. Nascer de vó rica.
3. Download rápido.
4. Ser o melhor em tudo que faz.
5. Achar dinheiro na rua ou dentro da sua bolsa.
6. Estudar próximo ao McDonald’s.
7. Ouvir sua banda favorita no volume máximo enquanto está sozinho em casa.
8. Rir com os amigos.
9. Domingo.
10. Poder usar sarcasmo no item acima.
16 março 2011
A doença do mundo.
Cada vez mais o mundo está doente, doente pois cada vez mais o amor não é correspondido.
"Amar, porque nada melhor para a saúde que um amor correspondido."
Vinícius de Moraes.
"Amar, porque nada melhor para a saúde que um amor correspondido."
Vinícius de Moraes.
Letras, palavras.
“Como eu amo o simples fato de poder desabafar e gritar pelas letras, poder colocar meu coração e minha alma em palavras que às vezes nem eu mesmo entendo”. LC.
E isso sempre será minha verdade, meu maior refúgio. Aquilo que jamais me abandonará. Que ficará dentro de mim, enquanto eu ainda existir. Mais importante do que alguém ler, é eu poder expulsar demônios e poder ver minha vida novamente.
E isso sempre será minha verdade, meu maior refúgio. Aquilo que jamais me abandonará. Que ficará dentro de mim, enquanto eu ainda existir. Mais importante do que alguém ler, é eu poder expulsar demônios e poder ver minha vida novamente.
Felicidade e a sua velocidade da luz.
Eu não tive nada para falar nos últimos dias, ou talvez tenha tudo para falar e não falei por algum motivo. E talvez eu não tenha nada para falar agora também. Estou simplesmente bem e minha vida está satisfatória, luto para ser melhor, mas não reclamo de como ela está agora.
Estou feliz por minha mente estar cada vez mais criativa e poder realizar meu trabalho, — por assim dizer, — com uma satisfação inimaginável.
Tenho passados meus dias escolares rindo muito e aproveitando cada segundo, em que as pessoas não estão mandando eu calar à boca por falar demais. Sim, eu falo muito.
Porém percebo que hoje em dia é bem comum as pessoas reclamarem do bom humor, do que do mal.
Eu estou me achando cada dia mais, ouvindo coisas novas — essas músicas que te fazem quase levitar de tão boas.
Estou tentando ver outras pessoas, pessoas inteligentes e felizes. Crentes em si mesmas, e que sabem que para se sair de problemas, você só precisa de si mesmo.
Minha vó me falou uma coisa hoje que eu fiquei pensando muito: "As pessoas tem que sonhar mais, querer sempre mais. Não se contentetarem com o que tem". Não com essas palavras e com esse português formal, mas a mensagem é essa. E é isso que venho dizendo há anos.
Muitas vezes, eu me perguntei se sonhar como eu sonho seria saudável. E creio que sim. Se não sonharmos viveremos na monotonia, até que a rotina nos destrua.
E se ficarmos assim, vivendo na mesmisse, não perceberemos quando o fim da vida chegar. E ele chega rápido, tão rápido que nem ao menos temos tempo para pensar sobre ela.
Vou postar aqui o prólogo do meu livro: O Muro.
"Será que é possível passar de uma tristeza para uma alegria em tão pouco tempo? E que essa alegria vá embora tão rápido quanto chegou? Sim. Eu nem ao menos percebo o que aconteceu. Só sei que perdi o que eu sempre tive, mas também perdi o que ainda não tivera.
Será que é possível viver uma vida inteira cheia de razão e felicidade, e em pouco tempo perder a razão e consequentemente a felicidade? Sim é possível. Não é só possível como aconteceu.
Talvez eu consiga me livrar disso, mas eu gostaria mesmo esquecer disso? Esquecer do que sempre esteve na minha vida — Melhor dizendo, — Esquecer do que sempre foi minha vida. Esquecer o que me fez viver durante tantos anos. Será que eu não devo ficar para sempre sofrendo a ter que deixar para trás minha vida, pois sim ela era minha vida.
Talvez eu não viva mais, esteja só esperando. Esperando esse muro que nos separou. Esperando que eu possa vencê-lo. Mesmo eu já estando derrotado, desde aquele dia. Esse muro é tão grande, mas isso não impede que eu veja os raios do sol. E que eu queira, mais do que minha vida — ou melhor — mais do que foi minha vida, poder ver o sol. Poder tocá-lo, poder viver novamente. Poder encontrar minha felicidade de novo.
Não sei se resta em mim um pouco de esperança, ao menos, suficiente para eu lutar ou simplesmente aceitar. Porque é a vida. A morte é natural, assim como a minha dor.
Eu me chamo Robert Jetson, e eu não sei mais se essa pessoa realmente sou eu. Talvez eu seja apenas mais louco, realmente perdi tudo quando meu mundo se foi. Até mesmo a minha lucidez."
E é isso, a felicidade vai embora tão rápido quanto chega. E então não fique acreditando que viverá na tristeza para sempre e nem que viverá o paraíso eternamente.
Estou feliz por minha mente estar cada vez mais criativa e poder realizar meu trabalho, — por assim dizer, — com uma satisfação inimaginável.
Tenho passados meus dias escolares rindo muito e aproveitando cada segundo, em que as pessoas não estão mandando eu calar à boca por falar demais. Sim, eu falo muito.
Porém percebo que hoje em dia é bem comum as pessoas reclamarem do bom humor, do que do mal.
Eu estou me achando cada dia mais, ouvindo coisas novas — essas músicas que te fazem quase levitar de tão boas.
Estou tentando ver outras pessoas, pessoas inteligentes e felizes. Crentes em si mesmas, e que sabem que para se sair de problemas, você só precisa de si mesmo.
Minha vó me falou uma coisa hoje que eu fiquei pensando muito: "As pessoas tem que sonhar mais, querer sempre mais. Não se contentetarem com o que tem". Não com essas palavras e com esse português formal, mas a mensagem é essa. E é isso que venho dizendo há anos.
Muitas vezes, eu me perguntei se sonhar como eu sonho seria saudável. E creio que sim. Se não sonharmos viveremos na monotonia, até que a rotina nos destrua.
E se ficarmos assim, vivendo na mesmisse, não perceberemos quando o fim da vida chegar. E ele chega rápido, tão rápido que nem ao menos temos tempo para pensar sobre ela.
Vou postar aqui o prólogo do meu livro: O Muro.
"Será que é possível passar de uma tristeza para uma alegria em tão pouco tempo? E que essa alegria vá embora tão rápido quanto chegou? Sim. Eu nem ao menos percebo o que aconteceu. Só sei que perdi o que eu sempre tive, mas também perdi o que ainda não tivera.
Será que é possível viver uma vida inteira cheia de razão e felicidade, e em pouco tempo perder a razão e consequentemente a felicidade? Sim é possível. Não é só possível como aconteceu.
Talvez eu consiga me livrar disso, mas eu gostaria mesmo esquecer disso? Esquecer do que sempre esteve na minha vida — Melhor dizendo, — Esquecer do que sempre foi minha vida. Esquecer o que me fez viver durante tantos anos. Será que eu não devo ficar para sempre sofrendo a ter que deixar para trás minha vida, pois sim ela era minha vida.
Talvez eu não viva mais, esteja só esperando. Esperando esse muro que nos separou. Esperando que eu possa vencê-lo. Mesmo eu já estando derrotado, desde aquele dia. Esse muro é tão grande, mas isso não impede que eu veja os raios do sol. E que eu queira, mais do que minha vida — ou melhor — mais do que foi minha vida, poder ver o sol. Poder tocá-lo, poder viver novamente. Poder encontrar minha felicidade de novo.
Não sei se resta em mim um pouco de esperança, ao menos, suficiente para eu lutar ou simplesmente aceitar. Porque é a vida. A morte é natural, assim como a minha dor.
Eu me chamo Robert Jetson, e eu não sei mais se essa pessoa realmente sou eu. Talvez eu seja apenas mais louco, realmente perdi tudo quando meu mundo se foi. Até mesmo a minha lucidez."
E é isso, a felicidade vai embora tão rápido quanto chega. E então não fique acreditando que viverá na tristeza para sempre e nem que viverá o paraíso eternamente.
Átomos e resultados.
"Eu sou somente consequência do que fiz, durante toda minha vida".
É com isso que quero começar meu post. Vou então falar de onde surgiu essa frase.
Estávamos lá, sentados no banco, eu tocando copo e rindo. E então surge a brilhante ideia. Verdade ou Consequência. Eu como sempre, sem-vergonha, topo.
Então nós começamos a brincar, perguntas idiotas, comprometedoras, — não para mim que nunca tive vergonha de nada, — perguntas interessantes.
Como essa que me levou à essa frase.
— Leonardo você acha que isso afetou sua vida.
E a minha resposta:
— Eu sou somente consequência do que fiz, durante toda minha vida.
E eu não podia dizer outra coisa. Tudo que fizemos é sinônimo do que somos. Somos consequência, feitos de resultados. Somas e subtrações que a sociedade faz dos nossos atos, e que nós fazemos, cada um de si próprio.
O bem pode não gerar o bem, mas gerará o que for necessário, o que for válido aquilo que se tem feito.
Erra quem acha que só sofre quem mereceu. A vida não é justa, nunca foi, e eu não quero acreditar, mas tenho que dizer que nunca será. Mas é assim.
Nessas subtrações, adições e afins — como em uma operação matemática, — um erro no sinal pode alterar todo o final. E é isso. Uma atitude, por mais boa que seja pode ser interpretada de modo equivocado e assim subtrair algo da sua vida, ao invés de somar.
Não devemos então nos preocupar com o que fazemos? Não sei, quem sou eu para dizer.
Talvez devêssemos parecer certos? Não sei também. Só sei que é isso que acontece.
Erros podem gerar acertos. E se você vencer não pode se vangloriar, porque os outros podem achar que você é somente mais um derrotado. E também não abaixe a cabeça se você se senti um derrotado, para muitos você será um vencedor.
Então eu digo, não fique se suicidando cada dia mais, por achar que nunca vai vencer. Você sempre vencerá e perderá. Depende simplesmente do ponto de vista.
.
Agora vou para outro assunto.
Enquanto estava no ônibus, voltando para casa. Percebi como o cotidiano pode afetar as pessoas. Todas estavam lá, sentados ou em pé, cansados, esperando chegar em suas casas, algumas para descansar, outras para trabalharem mais. Mas quase todas com seus fones de ouvidos. Olhando para rostos que nunca viram e que nunca conhecerão. Porque cada vez mais a comunicação das pessoas está escassa. Por mais incomodo que seja você conversar enquanto está cansado, isso é fundamental. O diálogo é fundamental.
Outra coisa que atiçou muito minha atenção foi o fato de as outras pessoas estarem em seus carros, fazendo sempre a mesma coisa. Acelerando, freando. Jogando o cigarro fora pela janela, e buzinando estressados quando outra pessoa, com seu carro, estava acelerando ou freando indevidamente.
Todos indo para um lugar preestabelecido. Cumprido horários, ou simplesmente apressados para poder deitar em suas camas e dormir. Para acordarem de novo, para poderem trabalhar novamente.
A rotina se encaixa novamente aqui. Não existe uma pessoa que pegue seu carro e vá para um rio, sentar perto dele, lavar o rosto em sua água. Isso parece até impossível, haja visto que cada vez mais nossos rios se tornam sujos. Mas fazer qualquer coisa que saia da rotina, que lhe cause novas sensações, diferentes que as que você sente durante seu dia a dia.
Então é isso, não vou me prolongar para não ser redundante.
Só peço que você tente sair da rotina, grite, cante músicas que odeia, brinque. Seja feliz e vivo.
É com isso que quero começar meu post. Vou então falar de onde surgiu essa frase.
Estávamos lá, sentados no banco, eu tocando copo e rindo. E então surge a brilhante ideia. Verdade ou Consequência. Eu como sempre, sem-vergonha, topo.
Então nós começamos a brincar, perguntas idiotas, comprometedoras, — não para mim que nunca tive vergonha de nada, — perguntas interessantes.
Como essa que me levou à essa frase.
— Leonardo você acha que isso afetou sua vida.
E a minha resposta:
— Eu sou somente consequência do que fiz, durante toda minha vida.
E eu não podia dizer outra coisa. Tudo que fizemos é sinônimo do que somos. Somos consequência, feitos de resultados. Somas e subtrações que a sociedade faz dos nossos atos, e que nós fazemos, cada um de si próprio.
O bem pode não gerar o bem, mas gerará o que for necessário, o que for válido aquilo que se tem feito.
Erra quem acha que só sofre quem mereceu. A vida não é justa, nunca foi, e eu não quero acreditar, mas tenho que dizer que nunca será. Mas é assim.
Nessas subtrações, adições e afins — como em uma operação matemática, — um erro no sinal pode alterar todo o final. E é isso. Uma atitude, por mais boa que seja pode ser interpretada de modo equivocado e assim subtrair algo da sua vida, ao invés de somar.
Não devemos então nos preocupar com o que fazemos? Não sei, quem sou eu para dizer.
Talvez devêssemos parecer certos? Não sei também. Só sei que é isso que acontece.
Erros podem gerar acertos. E se você vencer não pode se vangloriar, porque os outros podem achar que você é somente mais um derrotado. E também não abaixe a cabeça se você se senti um derrotado, para muitos você será um vencedor.
Então eu digo, não fique se suicidando cada dia mais, por achar que nunca vai vencer. Você sempre vencerá e perderá. Depende simplesmente do ponto de vista.
.
Agora vou para outro assunto.
Enquanto estava no ônibus, voltando para casa. Percebi como o cotidiano pode afetar as pessoas. Todas estavam lá, sentados ou em pé, cansados, esperando chegar em suas casas, algumas para descansar, outras para trabalharem mais. Mas quase todas com seus fones de ouvidos. Olhando para rostos que nunca viram e que nunca conhecerão. Porque cada vez mais a comunicação das pessoas está escassa. Por mais incomodo que seja você conversar enquanto está cansado, isso é fundamental. O diálogo é fundamental.
Outra coisa que atiçou muito minha atenção foi o fato de as outras pessoas estarem em seus carros, fazendo sempre a mesma coisa. Acelerando, freando. Jogando o cigarro fora pela janela, e buzinando estressados quando outra pessoa, com seu carro, estava acelerando ou freando indevidamente.
Todos indo para um lugar preestabelecido. Cumprido horários, ou simplesmente apressados para poder deitar em suas camas e dormir. Para acordarem de novo, para poderem trabalhar novamente.
A rotina se encaixa novamente aqui. Não existe uma pessoa que pegue seu carro e vá para um rio, sentar perto dele, lavar o rosto em sua água. Isso parece até impossível, haja visto que cada vez mais nossos rios se tornam sujos. Mas fazer qualquer coisa que saia da rotina, que lhe cause novas sensações, diferentes que as que você sente durante seu dia a dia.
Então é isso, não vou me prolongar para não ser redundante.
Só peço que você tente sair da rotina, grite, cante músicas que odeia, brinque. Seja feliz e vivo.
Feliz, à cada dia.
Eu me sinto só... Me sinto deslocado, obrigado, feliz...
Às vezes me pergunto o real motivo de estar aqui, e não encontro outra resposta a não ser: Procurar a felicidade.
Estou cansando de pessoas que reclamam de tudo, que perdem seu precioso tempo dizendo que não podem mais viver. Cansado de pessoas que dizem que não podem ser felizes.
CALEM-SE.
A tempos venho encontrando a felicidade no dia-a-dia, ela pode durar pouco, mas enquanto ela dura, vou buscando mais motivos para sorrir.
Como eu era tolo, tolo ao ponto de achar que eu não viveria por a menina que eu mais gostava não estar comigo. Tolo ao ponto de acreditar que ela era minha vida, não ela fazia parte dela. Sinto falta de alguém ao meu lado, sinto falta de me apaixonar, de amar de novo. O que te torna mais vivo que gostar de alguém? O que te torna mais vivo do que achar que uma pessoa é sua vida? Mesmo que seja tolo, infantil.
O mundo não acaba antes que você esteja completo. Uma vida só pode acabar quando ela existiu. O amor não é uma vida, ele faz parte dela e só existe para complementa-la. E se ele não existir realmente, profundamente, e não estou me referindo ao amor de dois jovens, a vida não existirá completamente, então não poderá acabar.
E quando digo essa história de amor de jovens, não estou dizendo que não seja verdadeiro, ou grande o bastante, só digo que somos fortes, mais fortes do que realmente acreditamos.
Depois que vemos o que somos capazes de fazer por amor, vamos ver o quanto somos capazes de fazer para esquecer a pessoa.
O problema maior de sofrer por amor, é que você não quer esquecê-lo. Não diga que não é verdade. É tão fácil, excluir a pessoa de sites de relacionamento; não frequentar lugares que o outro está; parar de ser idiota ao ponto de achar que é fraco demais para lutar.
Parem de olhar só o lado ruim das coisas, cresça com o erro, não deixe ele te derrubar cada dia mais. Não sou o Sr. Perfeito e não vou ser hipócrita de dizer que não gostaria de ser. Mas cresci, aprendi que tudo que acontece em nossa vida só servirá para te mostrar o que você precisa ver.
Eu a amava, mas isso não quer dizer que não possa amar outras pessoas; amar a minha vida; amar meus amigos; amar uma pobre criança; amar até mesmo mais do que a mim.
Vamos deixar de nos influenciar; vamos deixar de acreditar que um depoimento no orkut seja o ápice do amor. Vamos parar de achar que nossa vida é tão pequena que possa se resumir em um sentimento.
Ame sem medo, mas não fique achando que esse amor pode acabar com você. Ele só veio a somar, não para subtrair.
Às vezes me pergunto o real motivo de estar aqui, e não encontro outra resposta a não ser: Procurar a felicidade.
Estou cansando de pessoas que reclamam de tudo, que perdem seu precioso tempo dizendo que não podem mais viver. Cansado de pessoas que dizem que não podem ser felizes.
CALEM-SE.
A tempos venho encontrando a felicidade no dia-a-dia, ela pode durar pouco, mas enquanto ela dura, vou buscando mais motivos para sorrir.
Como eu era tolo, tolo ao ponto de achar que eu não viveria por a menina que eu mais gostava não estar comigo. Tolo ao ponto de acreditar que ela era minha vida, não ela fazia parte dela. Sinto falta de alguém ao meu lado, sinto falta de me apaixonar, de amar de novo. O que te torna mais vivo que gostar de alguém? O que te torna mais vivo do que achar que uma pessoa é sua vida? Mesmo que seja tolo, infantil.
O mundo não acaba antes que você esteja completo. Uma vida só pode acabar quando ela existiu. O amor não é uma vida, ele faz parte dela e só existe para complementa-la. E se ele não existir realmente, profundamente, e não estou me referindo ao amor de dois jovens, a vida não existirá completamente, então não poderá acabar.
E quando digo essa história de amor de jovens, não estou dizendo que não seja verdadeiro, ou grande o bastante, só digo que somos fortes, mais fortes do que realmente acreditamos.
Depois que vemos o que somos capazes de fazer por amor, vamos ver o quanto somos capazes de fazer para esquecer a pessoa.
O problema maior de sofrer por amor, é que você não quer esquecê-lo. Não diga que não é verdade. É tão fácil, excluir a pessoa de sites de relacionamento; não frequentar lugares que o outro está; parar de ser idiota ao ponto de achar que é fraco demais para lutar.
Parem de olhar só o lado ruim das coisas, cresça com o erro, não deixe ele te derrubar cada dia mais. Não sou o Sr. Perfeito e não vou ser hipócrita de dizer que não gostaria de ser. Mas cresci, aprendi que tudo que acontece em nossa vida só servirá para te mostrar o que você precisa ver.
Eu a amava, mas isso não quer dizer que não possa amar outras pessoas; amar a minha vida; amar meus amigos; amar uma pobre criança; amar até mesmo mais do que a mim.
Vamos deixar de nos influenciar; vamos deixar de acreditar que um depoimento no orkut seja o ápice do amor. Vamos parar de achar que nossa vida é tão pequena que possa se resumir em um sentimento.
Ame sem medo, mas não fique achando que esse amor pode acabar com você. Ele só veio a somar, não para subtrair.
08 março 2011
Maldita Herança.
UM:
SEMELHANÇAS
O dia estava quente, o verão naquela cidade era quase insuportável. Era de se esperar isso, o corte de árvores diminuía cada vez mais uma boa sombra para se proteger dos raios ultravioleta.
Ricardo dirigia seu Galaxie antigo pela avenida principal daquela cidade de 500 mil habitantes. O trânsito estava infernal, a pista a sua frente parecia com um deserto. O mormaço podia ser visto no horizonte sob o asfalto.
O ar-condicionado do carro estava ligado, ele odiava mais era melhor que se derreter em suor. Ele tentou deixar os vidros abertos, em vão, o vento estava quase tão quente quanto o ar sem movimento.
Seus cabelos eram curtos, o rosto que viu no retrovisor, enquanto esperava o semáforo abrir, era de um homem cansado. Tinha os olhos fundos, com olheira que realçava quão claro eles eram.
O sinal ficou verde e ele pisou no acelerador. O carro era um modelo antigo, mas na verdade apenas o chassi e as rodas eram originai. As peças e o motor foram trocados, o interior foi reformado e a pintura refeita. Mas tudo era impecavelmente igual há quase cinquenta anos atrás.
Ele pegou o celular e discou alguns números. Há alguns meses aquele era o telefone que mais ligava, exceto claro, pelo da namorada, Caroline.
O telefone ligado por um fone via bluetooth que ficava no seu ouvido, chamou três vezes antes de ser atendido.
— Boa tarde, Ricardo — disse a voz masculina do outro lado da linha, a voz era firme e soava até um pouco austera.
— Boa tarde, Augusto — Ricardo falou enquanto manobrava o carro até um café. — Alguma novidade?
O advogado de Ricardo respondeu:
— Sim, alias iria ligar para você agora mesmo — Augusto era um velho amigo de Ricardo, se conheceram acidentalmente em um bar, quando Ricardo derramara cerveja na roupa daquele que se tornaria seu melhor amigo. — Acho que até o fim desse bimestre você poderá pegar seu dinheiro e os bens que lhe foram deixados.
Ricardo respirou aliviado, estava cansado daquela briga judicial que travara com seu cunhado. Ele estava cansado de ter que enfrentar problemas, precisava de dinheiro e de férias.
— Acho que em maio, em meados do dia quinze, você já terá posse de todos seus bens.
Um pouco mais de um mês então, pensou Ricardo estacionando o carro sobre um pinheiro bem cortado perto do café.
— Depois conversamos melhor, obrigado Augusto. Tchau.
— Qualquer coisa eu te ligo — ele respondeu e desligou.
Ricardo desligou o ar condicionado, colocou o fone sobre o banco, pegou o celular e saiu do carro.
Um termômetro de rua marcava trinta e dois graus, mas a sensação térmica, devido à baixa umidade, era ainda maior.
15 janeiro 2011
A Arte de Fazer Arte!
Muitos me perguntam qual profissão quero seguir. Respondia, quando pequeno, que queria ser professor de matemática, cientista, astronauta e outras milhões de coisas.
Hoje, quando me repetem a mesma pergunta, sobre o que quero ser, respondo sem pensar duas vezes: Eu não quero ser, eu sou. Ator.
A grande maioria desdenha, diz que eu ainda não sou um ator. Mas, afinal, o que é ser um ator?
Um ator, para mim, é aquele que consegue expressar sentimentos, sem sentir. Aquele que consegue fazer algo além do humano ou fazer do humano, algo irreal.
É aquele que brinca com as expressões e as torna visível, não só para ele como para os outros.
O bom ator, deve ser aquele que consegue chegar a loucura no palco, mas que quando as cortinas se fecham, volta a lucidez.
O ator nasce sim com um dom, mas, quantas pessoas preferem deixar de lutar pelo que acreditam? O ator, não. Ele é o lutador que não se deixa derrubar com qualquer soco da vida.
Eu prefiro acreditar que o ator é aquele que faz escolhas. Aquele que faz seu trabalho do modo como ele acredita. Acreditar no que faz é o que faz um bom ator.
Não basta apenas ter um rosto bonito e uma bela voz. O bom ator consegue ser a coisa mais perfeita, sendo feio. Consegue atravessar florestas escuras e matar dragões sendo apenas humano.
O ator, faz do cotidiano seu palco. Consegue observar as pessoas e fazer com que elas se vejam refletidas no palco.
O público nada mais faz do que observar a si próprio. Todos temos momentos de lucidez e sanidade, fúria e amor. Mas, só o ator consegue passar de um para o outro com um piscar de olhos. Ou até mesmo com uma respiração.
Se transformar e transformar as coisas ao seu redor é o que faz o ator.
Não basta atuar se isso não gerar, ao menos, um sentimento em quem vê. Ou em si mesmo.
Por todos esses motivos, posso dizer que sou um ator. Não porque consigo criar emoções nas pessoas, mas porque consigo expressar aquilo que todo mundo sente. Mesmo que seja tão profundo que apenas o ator consegue expressá-lo. Nós, atores nada somos além do espelho da alma. E do coração de cada Ser Humano.
04 janeiro 2011
Maldita Herança, Cap. 2.
A noite já havia chegado, mas Ricardo ainda estava deitado no seu quintal. Agora observava as estrelas. Desde pequeno gostava de fazer isso, ficar deitado, no silêncio, a cabeça apoiada nas mãos, fitando o céu.
Gostava do estranho fenômeno que acontecia quando se tentava ver a noite chegar. O sol ia ficando mais baixo, o tempo ficando mais frio, mas abafado algumas vezes. A mente vagando por centenas e milhares de pensamentos. Tão absorto em memórias e ponderando tanto que mal era possível perceber quando a escuridão chegava.
Os olhos iam se acostumando com a baixa, lentamente, de luz e quando e de repente aquele dia ensolarado se tornava uma noite fria.
A vida também era assim, para ele. Todos tinham tempos em que o sol brilhava forte, aquecia. E a felicidade e paz iam lentamente se esvaecendo. Caindo do precipício vagarosamente, como em um filme em câmera lenta. E quando percebíamos a realidade, nos deparávamos com a tristeza e o inferno.
O pôr-do-sol era só um lembrete rápido. Um alerta de que alguma coisa estava mudando, tomando formas e direções diferentes. Cabia as pessoas tomarem consciência, antes que a noite chegasse, do porquê toda a felicidade construída estava girando e sumindo, como a água pelo ralo.
Realmente, a noite estava bem mais agradável que o dia.
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