Nathaly sabia exatamente aquilo que mais a faria sofrer: ficar alternando entre a sensação de “isso não é real” e a sensação de “ele realmente se foi". [...] Agora essa mudança constante e inconstante de sentimentos voltaria, fazendo com que criasse falsas esperanças pensando que seu pai iria voltar e em outras ocasiões fazendo com que chorasse feito uma criança. Era uma criança. Ao menos por dentro." (Gangrena - Leonardo Capeletti).
Nathaly é apenas um nome. Esse sou eu. Tento lutar, tento fugir, mas não posso. Nem sei se devo.
Só sei que meu peito doi só de pensar.
Saber que ele nunca irá voltar.
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